Consulta de Psicologia

A Psicologia pode e deve colaborar com a área médico-nutricional, viabilizando o comportamento nutricional através do controlo do consumo obsessivo de alimentos, levando o paciente a reavaliar todo o processo de fome/saciedade. O comportamento Alimentar é mais “primitivo”, inconsciente e menos racional que o nutricional, que pode ser considerado mais “inteligente” e cientificamente fundamentado.

Nas nossas orientações nutricionais que visam o emagrecimento, a pessoa “sabe” o que fazer e o que comer, mas sente-se muitas vezes impotente para fazê-lo. Algo mais forte do que a sua vontade a impede. Come sem fome sabendo que não deveria fazê-lo. Ao comer tem um alívio provisório da sensação negativa de ansiedade, que volta reforçada pela culpa, levando a pessoa a comer mais, para tornar a diminuir a tensão. A pessoa engorda e passa a evitar toda uma gama de situações e actividades e também o prazer delas decorrentes. Diminui a actividade física porque engordou, questiona a sua aparência e evita ir a lugares onde tenha que se expor fisicamente. Restringe a sua vida social e pode tender ao isolamento. A ansiedade aumenta a solidão que por sua vez reforça a ansiedade. Escasseando os prazeres pela piora da qualidade de vida e crescendo a ansiedade, a comida assume o papel de 2redutor de tensão” e, muitas vezes, única fonte de prazer. Está então formado o ciclo vicioso que tentamos travar.

A nossa especialista, Dra. Alexandra Campos, trata a pessoa gorda, trabalhando a sua auto-imagem, frequentemente prejudicada, tratando as patologias associadas à obesidade, como as alterações de humor e a depressão, fobia social, transtornos alimentares, transtornos de personalidade, compulsão alimentar e outros, e particularmente a ansiedade, estimulando nestes pacientes alterações comportamentais que permitam um novo estilo de vida, essencial para a perda de peso e manutenção posterior.

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